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A Janela que Esperava o Obelix

Rita escolhe a figura do Obelix para a sua brincadeira e constrói uma ponte com espaço para uma visita chegar à janela amarela.
Rita testa um arco alto e guia uma pequena figura sobre uma ponte de cartão em ziguezague entre casas de caixas, enquanto uma estrela de papel chega à janela amarela.

Na tarde em que a avó mudou as almofadas de lugar, a Rita voltou a construir uma vila no tapete. Fez casas com caixas, desenhou ruas e pintou de amarelo uma janela que dava para a praça. Parecia uma janela à espera de alguém.

Do outro lado da praça vivia uma estrela de papel, presa à parede de uma caixa azul. A Rita queria levá-la até à janela, mas entre as duas casas havia um espaço vazio. A estrada acabava antes de chegar ao destino.

A menina experimentou pôr uma tira de papel sobre o vão. A tira cedeu ao primeiro sopro que veio da janela aberta. A estrela deslizou para o chão.

— Precisamos de alguém forte para ajudar — disse a Rita.

Foi buscar a figura do Obelix. Conhecia a fama da força enorme da personagem e escolheu-a para aquele papel. Na brincadeira, Obelix seguraria uma ponta da ponte enquanto a Rita preparava o caminho.

A figura tinha cerca de 8,5 centímetros. Rita encostou-a à entrada da casa amarela e percebeu que o arco desenhado era demasiado baixo. Afastou a caixa, levantou o arco e voltou a experimentar. Agora a figura cabia na rua e podia chegar até à janela.

Faltava resolver a ponte. A avó perguntou:

— Como pode ficar firme sem tapar a passagem?

Rita dobrou outra tira de cartão em pequenos ziguezagues e colocou-a por baixo, como um acordeão. Depois alisou uma folha por cima. A ponte já não abanava. Na história inventada, Obelix segurava uma ponta com toda a sua força. Na vila de verdade, eram as dobras que a mantinham direita e as mãos da Rita que moviam a figura.

Devagar, a Rita fez Obelix avançar até à caixa azul. Parou no meio da ponte para verificar se a estrela continuava no lugar. Continuava. Com a outra mão, guiou-a pela rua larga, debaixo do arco alto, até à janela amarela.

Quando a estrela chegou, a Rita colocou-a no parapeito. A janela já tinha companhia. Obelix ficou à entrada, pronto para receber quem viesse a seguir.

A avó olhou para a vila.

— E se amanhã aparecer mais alguém?

Rita apontou para as caixas vazias e para a ponte que tinha construído.

— Fazemos outra casa. E deixamos espaço para passar.

Antes de arrumar, a menina percorreu o caminho mais uma vez. A figura do Obelix atravessou a ponte na sua mão; a estrela iluminou a janela na sua imaginação. A casa amarela não esperava sozinha. Tinha uma rua aberta, uma visita e lugar para muitas histórias novas.

3 ideias de brincadeiras

Uma ponte em ziguezague. Dobrem uma tira de cartão como um acordeão e usem-na por baixo de uma folha para criar uma ponte firme entre duas caixas.

A medida da janela. Encostem a figura à entrada de uma casa feita de caixa. Ajustem o arco para que o Obelix caiba na passagem e possa chegar à janela.

A força do faz de conta. Movam a figura com a mão e inventem uma cena em que Obelix ajuda a segurar uma ponte enquanto alguém prepara o caminho.

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A Asterix & Obelix: figura do Obelix, da Plastoy, tem cerca de 8,5 cm de altura. Na brincadeira, a sua identidade e a força que a personagem representa inspiram o papel de ajudante da ponte.

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